Ser ou Parecer? Para ser, talvez…
Eis uma realidade imutável, que diariamente nos acompanha ao longo dos tempos.
Expoente máximo desta realidade, os devotos de S. tornaram-se verdadeiros experts na arte de demonstrar que “aquilo que é, parece apenas, não é”, invadindo tudo o que mexe na sociedade civil, agora até como Assistentes num processo, quando estão ausentes em tantos mais importantes e prementes do que este.
Quantas vezes maltratamos aqueles que são simples na forma de ser, de se vestir e de se apresentar, porque dele colhemos a ideia que em nada pode contribuir ou ameaçar a nossa vida pessoal e profissional, enquanto bajuladores desfazemo-nos em atenções para os que bem se vestem, bem se apresentam, como se fossem pessoas acima de qualquer suspeita, e bem posicionados na vida, sinal que podem ameaçar-nos ou a vir a ser-nos úteis no futuro?
Sem que seja regra, a maior parte das vezes os primeiros parecem aquilo que não são, e os segundos são aquilo que não parecem.
Não é difícil encontrar exemplos desta realidade, mas entre tantos escolhi esta história verídica, que é apenas uma de muitas.
Um médico de Lisboa foi alvo do furto da sua carteira pessoal. Na mesma encontrava-se o seu cartão VISA.
Naturalmente fez as comunicações necessárias para o seu banco.
Ao receber o extracto desse cartão, constatou a aquisição de diversas obras de ourivesaria, num montante razoavelmente elevado (cerca de mil Euros), aquisição essa efectuada no próprio dia do furto.
Consciente que a venda só poderia ter acontecido por o vendedor não ter respeitado a regra de identificar o portador do cartão, confirmando tratarem-se da mesma pessoa (o portador do cartão e o nome inserido no cartão), o que responsabilizaria o mesmo pelos danos provocados, pensando que aquele seria um mero funcionário, para quem o montante sempre seria elevado, dirigiu-se à ourivesaria em causa para apurar este facto, a possível identificação do comprador e oferecer-se para suportar ele próprio os danos.
Este nosso médico é alguém que nunca teve grandes preocupações e exigências na sua forma de vestir. E lá foi até à ourivesaria.
Ali chegado, a funcionária, olhando aquela criatura de jeans, camisa entreaberta e cabelos em desalinho, logo o definiu como um não comprador, como alguém com menor interesse para si, tendo-lhe oferecido um tratamento desinteressado e mesmo algo rude.
O médico registou o tratamento menor a que foi sujeito e disse-lhe então que ali tinham sido feitas compras com o seu cartão, perguntando porque não tinha pedido a identificação ao portador do mesmo.
Sabe, respondeu a funcionária, o senhor estava tão bem vestido e era tão educado que nunca me passou pela cabeça que não fosse o próprio.
Recordando a forma como fora tratado pela funcionária, por certo pela forma como estava vestido, o médico encerrou a conversa dizendo-lhe:
Sabe, eu vinha aqui para lhe dizer que não se preocupasse que eu suportava os danos, mas como estou vestido de forma simples não lhe mereci consideração, pode ir pedir ao ladrão, que estava tão bem vestido e era tão educado, que lhe devolva os mil Euros.
Não sei se é mais uma consequência do nacional porreirismo tão típico dos portugueses, ou se gostamos mesmo é de ser enganados, ou ainda se é o tradicional low profile, que nos faz fugir de qualquer situação que possa implicar qualquer conflito, para cultivarmos nós próprios a imagem de tipos porreiros e educados.
Qualquer coisa será, mas que não é normal, não é.
Talvez fosse bom meditarmos nisto.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
REFLEXÕES 1
Ser ou Para Ser
Eis uma realidade imutável, que diariamente nos acompanha ao longo dos tempos.
Expoente máximo desta realidade, os devotos de S. tornaram-se verdadeiros experts na arte de demonstrar que “aquilo que é, parece apenas, não é”, invadindo tudo o que mexe na sociedade civil, agora até como Assistentes num processo, quando estão ausentes em tantos mais importantes e prementes do que este.
Quantas vezes maltratamos aqueles que são simples na forma de ser, de se vestir e de se apresentar, porque dele colhemos a ideia que em nada pode contribuir ou ameaçar a nossa vida pessoal e profissional, enquanto bajuladores desfazemo-nos em atenções para os que bem se vestem, bem se apresentam, como se fossem pessoas acima de qualquer suspeita, e bem posicionados na vida, sinal que podem ameaçar-nos ou a vir a ser-nos úteis no futuro?
Sem que seja regra, a maior parte das vezes os primeiros parecem aquilo que não são, e os segundos são aquilo que não parecem.
Não é difícil encontrar exemplos desta realidade, mas entre tantos escolhi esta história verídica, que é apenas uma de muitas.
Um médico de Lisboa foi alvo do furto da sua carteira pessoal. Na mesma encontrava-se o seu cartão VISA.
Naturalmente fez as comunicações necessárias para o seu banco.
Ao receber o extracto desse cartão, constatou a aquisição de diversas obras de ourivesaria, num montante razoavelmente elevado (cerca de mil Euros), aquisição essa efectuada no próprio dia do furto.
Consciente que a venda só poderia ter acontecido por o vendedor não ter respeitado a regra de identificar o portador do cartão, confirmando tratarem-se da mesma pessoa (o portador do cartão e o nome inserido no cartão), o que responsabilizaria o mesmo pelos danos provocados, pensando que aquele seria um mero funcionário, para quem o montante sempre seria elevado, dirigiu-se à ourivesaria em causa para apurar este facto, a possível identificação do comprador e oferecer-se para suportar ele próprio os danos.
Este nosso médico é alguém que nunca teve grandes preocupações e exigências na sua forma de vestir. E lá foi até à ourivesaria.
Ali chegado, a funcionária, olhando aquela criatura de jeans, camisa entreaberta e cabelos em desalinho, logo o definiu como um não comprador, como alguém com menor interesse para si, tendo-lhe oferecido um tratamento desinteressado e mesmo algo rude.
O médico registou o tratamento menor a que foi sujeito e disse-lhe então que ali tinham sido feitas compras com o seu cartão, perguntando porque não tinha pedido a identificação ao portador do mesmo.
Sabe, respondeu a funcionária, o senhor estava tão bem vestido e era tão educado que nunca me passou pela cabeça que não fosse o próprio.
Recordando a forma como fora tratado pela funcionária, por certo pela forma como estava vestido, o médico encerrou a conversa dizendo-lhe:
Sabe, eu vinha aqui para lhe dizer que não se preocupasse que eu suportava os danos, mas como estou vestido de forma simples não lhe mereci consideração, pode ir pedir ao ladrão, que estava tão bem vestido e era tão educado, que lhe devolva os mil Euros.
Não sei se é mais uma consequência do nacional porreirismo tão típico dos portugueses, ou se gostamos mesmo é de ser enganados, ou ainda se é o tradicional low profile, que nos faz fugir de qualquer situação que possa implicar qualquer conflito, para cultivarmos nós próprios a imagem de tipos porreiros e educados.
Qualquer coisa será, mas que não é normal, não é.
Talvez fosse bom meditarmos nisto.
Eis uma realidade imutável, que diariamente nos acompanha ao longo dos tempos.
Expoente máximo desta realidade, os devotos de S. tornaram-se verdadeiros experts na arte de demonstrar que “aquilo que é, parece apenas, não é”, invadindo tudo o que mexe na sociedade civil, agora até como Assistentes num processo, quando estão ausentes em tantos mais importantes e prementes do que este.
Quantas vezes maltratamos aqueles que são simples na forma de ser, de se vestir e de se apresentar, porque dele colhemos a ideia que em nada pode contribuir ou ameaçar a nossa vida pessoal e profissional, enquanto bajuladores desfazemo-nos em atenções para os que bem se vestem, bem se apresentam, como se fossem pessoas acima de qualquer suspeita, e bem posicionados na vida, sinal que podem ameaçar-nos ou a vir a ser-nos úteis no futuro?
Sem que seja regra, a maior parte das vezes os primeiros parecem aquilo que não são, e os segundos são aquilo que não parecem.
Não é difícil encontrar exemplos desta realidade, mas entre tantos escolhi esta história verídica, que é apenas uma de muitas.
Um médico de Lisboa foi alvo do furto da sua carteira pessoal. Na mesma encontrava-se o seu cartão VISA.
Naturalmente fez as comunicações necessárias para o seu banco.
Ao receber o extracto desse cartão, constatou a aquisição de diversas obras de ourivesaria, num montante razoavelmente elevado (cerca de mil Euros), aquisição essa efectuada no próprio dia do furto.
Consciente que a venda só poderia ter acontecido por o vendedor não ter respeitado a regra de identificar o portador do cartão, confirmando tratarem-se da mesma pessoa (o portador do cartão e o nome inserido no cartão), o que responsabilizaria o mesmo pelos danos provocados, pensando que aquele seria um mero funcionário, para quem o montante sempre seria elevado, dirigiu-se à ourivesaria em causa para apurar este facto, a possível identificação do comprador e oferecer-se para suportar ele próprio os danos.
Este nosso médico é alguém que nunca teve grandes preocupações e exigências na sua forma de vestir. E lá foi até à ourivesaria.
Ali chegado, a funcionária, olhando aquela criatura de jeans, camisa entreaberta e cabelos em desalinho, logo o definiu como um não comprador, como alguém com menor interesse para si, tendo-lhe oferecido um tratamento desinteressado e mesmo algo rude.
O médico registou o tratamento menor a que foi sujeito e disse-lhe então que ali tinham sido feitas compras com o seu cartão, perguntando porque não tinha pedido a identificação ao portador do mesmo.
Sabe, respondeu a funcionária, o senhor estava tão bem vestido e era tão educado que nunca me passou pela cabeça que não fosse o próprio.
Recordando a forma como fora tratado pela funcionária, por certo pela forma como estava vestido, o médico encerrou a conversa dizendo-lhe:
Sabe, eu vinha aqui para lhe dizer que não se preocupasse que eu suportava os danos, mas como estou vestido de forma simples não lhe mereci consideração, pode ir pedir ao ladrão, que estava tão bem vestido e era tão educado, que lhe devolva os mil Euros.
Não sei se é mais uma consequência do nacional porreirismo tão típico dos portugueses, ou se gostamos mesmo é de ser enganados, ou ainda se é o tradicional low profile, que nos faz fugir de qualquer situação que possa implicar qualquer conflito, para cultivarmos nós próprios a imagem de tipos porreiros e educados.
Qualquer coisa será, mas que não é normal, não é.
Talvez fosse bom meditarmos nisto.
Teimosia ou Treinador de mão cheia?
Os jornaleiros de serviço já debitaram tanta asneira e tanta sentença, que é tempo de revisitar os casos leoninos tão propalados.
Stojkovic – Lesiona-se num jogo do Sporting em Alvalade. Joga lesionado pela Selecção. Regressa queixando-se da lesão.
É sujeito a tratamento. Volta à Selecção e volta a jogar.
Entretanto, por causa da lesão é substituído na baliza por Rui Patrício.
Treina-se queixando-se de dores na anca, mas exige o lugar na baliza (???).
Paulo Bento constata que o jogador não quer treinar porque está lesionado, mas quer jogar, pergunta se está lesionado ou se simplesmente não quer treinar, mas quer apenas jogar.
Surge a primeira entrevista, onde Stojkovic acusa o Departamento Médico de lhe ter dado alta quando ainda estava lesionado, isto apesar de sempre ter ido à Selecção acompanhado de Relatório Médico desaconselhando que jogasse. Se joga, é porque o Departamento Médico da Selecção dá o seu aval, não é o Departamento Médico do Sporting.
Continua a treinar pouco e mal. Paulo Bento mantém Rui Patrício na baliza e Stojkovic amua ainda mais.
O irmão Vladan dá uma entrevista onde diz que Paulo Bento não respeita Stojkovic e que ele é o melhor guarda-redes do Sporting.
Paulo Bento continua a não ver treinos condignos de Stoj e por isso continua a não contar com ele.
Mais uma entrevista, agora dizendo que é o melhor guarda-redes da Europa, mas quanto a treino digno de um profissional, nada.
O Sporting informa o agente (curiosamente, ou talvez não, o mesmo de Vukcevic) que pode encontrar um clube para Stojkovic.
O jogador vai aos Jogos Olímpicos, e apesar dessa presença e de ser o melhor guarda-redes da Europa, ninguém manifesta interesse nele, com excepção do Everton, que pede para o jogador treinar à experiência. Como é? O melhor guarda-redes da Europa e não o conhecem suficientemente para exigirem um período de experiência?
Sem clube interessado, o Sporting integra-o no plantel, inscreve-o em todas as provas, mas declaradamente com ele não conta.
João Moutinho – Após o jogo como o Blackburn Rovers, para o Torneio Internacional do Guadiana, declara que quer sair do Sporting por razões de ordem pessoal, que não têm que ver com o Sporting.
Paulo Bento afirma que as declarações surgiram em má altura (como se houvesse boas alturas para uma declaração destas), mas reitera a confiança em João Moutinho.
Mais treinos e jogos, onde João Moutinho, apesar de não concretizar o seu desejo, continua a dar exemplo de esforço e dedicação.
Perante um comportamento tão profissional quanto este, Paulo Bento não só reitera uma vez mais a confiança em Moutinho, como afirma que manterá a sua posição de capitão de equipa.
As declarações foram apenas um momento menos feliz, a que todos temos direito.
E apesar das suas declarações, continua a treinar-se em grande e a cumprir no mesmo jogo várias posições no campo, aquela que mais gosta e aquelas que menos gosta, sempre com grande profissionalismo e brio.
Vukcevic – No aquecimento para entrar em jogo na Final da Taça, manifesta o seu desagrado por ter sido suplente, efectuando o aquecimento de forma displicente e desinteressada, num claro comportamento de pouco profissionalismo. Paulo Bento desiste da substituição.
Não há consequências seguintes, porque a época acaba.
No regresso, declara que se é para não jogar, se calhar o melhor é pensar noutro clube.
Joga a efectivo contra o Blackburn Rovers.
Faz vários jogos de preparação, alternando a titularidade com a condição de suplente.
No primeiro jogo da época é suplente e declara que não quer ser suplente e que merece ser titular.
Má aplicação nos treinos resulta em afastamento da equipa.
Na selecção de Montenegro queixa-se a Filipovic que está a ser injustiçado por Paulo Bento.
Filipovic depois de falar com Paulo Bento, aconselha Vukcevic a treinar-se mais e melhor e a acatar os seus conselhos.
Na semana que antecede o jogo com o Real Madrid faz todos os treinos integrado na equipa principal. No último treino faz um treino miserável, é chamado à atenção para a pouca aplicação, respondendo mais ou menos isto: isto é só um treino, não me quero magoar.
Paulo Bento leva à letra o receio de Vukcevic e nem sequer o escolhe para o banco da equipa nesse jogo.
Vai à selecção e lesiona-se no mesmo ombro que lesionara no jogo com o Basileia, da época passada.
Acaba por jogar pela selecção, mas quando chega a Lisboa diz que está lesionado.
Entretanto já declarara que vai sair em Dezembro, despedindo-se dos adeptos leoninos.
Continua a treinar-se pouco e mal.
Deixa de fazer parte das escolhas de Paulo Bento, que para acabar com as mentiras dos jornaleiros do costume, esclarece qual a razão porque Vukcevic não joga, como se fosse algo que não se soubesse já.
Uma vez mais, os adeptos leoninos acreditam-se mais nos jornaleiros que nos próprios elementos do clube.
Claro! Estes adeptos não são facciosos, são mesmo é pouco inteligentes.
Miguel Veloso – Paulo Bento coloca-o a defesa-esquerdo no jogo na Ucrânia, e o jogador manifesta desagrado, bem ao tipo de menino mimado. Os treinos subsequentes mostram um Veloso pouco aplicado, e é afastado da convocatória de Paços.
Yannick Djaló – Paulo Bento coloca-o como avançado recuado no jogo com o Porto, e Djaló falha, manifestando mesmo alguma falta de aplicação. Curiosamente, essa posição não lhe era estranha, pois por diversas vezes substituíra colegas para jogar naquela posição, com bons resultados e aplicação, coisa que foi ignorada pelos jornaleiros do costume.
Aplica-se menos bem nos treinos e é afastado da convocatória para Paços.
CONCLUSÃO:
Mourinho afasta Adriano e Júlio Cruz da equipa do Inter, e é aplaudido.
Rainieri puxa as orelhas aos jogadores da Juventus, e é aplaudido.
Jesualdo Ferreira envia Helton para a bancada e está tudo calado.
E o Paulo Bento é que é teimoso e birrento?
Porque são uns bons e outros são birrentos e teimosos?
Onde está o bom senso e a clarividência dos adeptos leoninos?
Qual foi o jogador que foi afastado por fazer declarações aos jornais?
Se não foi nenhum (e acima já vimos que não foi), porque querem comparar o caso João Moutinho como Vukcevic?
E porque razões os adeptos leoninos vão atrás dos vendilhões do templo, mais conhecidos como jornaleiros, ampliando o burburinho e criando crises onde elas não existem?
Acaso querem apoiar os jogadores que não respeitam a profissão e o clube, em vez de apoiar o treinador que luta contra esta turma de meninos mimados?
Quem responde?
Stojkovic – Lesiona-se num jogo do Sporting em Alvalade. Joga lesionado pela Selecção. Regressa queixando-se da lesão.
É sujeito a tratamento. Volta à Selecção e volta a jogar.
Entretanto, por causa da lesão é substituído na baliza por Rui Patrício.
Treina-se queixando-se de dores na anca, mas exige o lugar na baliza (???).
Paulo Bento constata que o jogador não quer treinar porque está lesionado, mas quer jogar, pergunta se está lesionado ou se simplesmente não quer treinar, mas quer apenas jogar.
Surge a primeira entrevista, onde Stojkovic acusa o Departamento Médico de lhe ter dado alta quando ainda estava lesionado, isto apesar de sempre ter ido à Selecção acompanhado de Relatório Médico desaconselhando que jogasse. Se joga, é porque o Departamento Médico da Selecção dá o seu aval, não é o Departamento Médico do Sporting.
Continua a treinar pouco e mal. Paulo Bento mantém Rui Patrício na baliza e Stojkovic amua ainda mais.
O irmão Vladan dá uma entrevista onde diz que Paulo Bento não respeita Stojkovic e que ele é o melhor guarda-redes do Sporting.
Paulo Bento continua a não ver treinos condignos de Stoj e por isso continua a não contar com ele.
Mais uma entrevista, agora dizendo que é o melhor guarda-redes da Europa, mas quanto a treino digno de um profissional, nada.
O Sporting informa o agente (curiosamente, ou talvez não, o mesmo de Vukcevic) que pode encontrar um clube para Stojkovic.
O jogador vai aos Jogos Olímpicos, e apesar dessa presença e de ser o melhor guarda-redes da Europa, ninguém manifesta interesse nele, com excepção do Everton, que pede para o jogador treinar à experiência. Como é? O melhor guarda-redes da Europa e não o conhecem suficientemente para exigirem um período de experiência?
Sem clube interessado, o Sporting integra-o no plantel, inscreve-o em todas as provas, mas declaradamente com ele não conta.
João Moutinho – Após o jogo como o Blackburn Rovers, para o Torneio Internacional do Guadiana, declara que quer sair do Sporting por razões de ordem pessoal, que não têm que ver com o Sporting.
Paulo Bento afirma que as declarações surgiram em má altura (como se houvesse boas alturas para uma declaração destas), mas reitera a confiança em João Moutinho.
Mais treinos e jogos, onde João Moutinho, apesar de não concretizar o seu desejo, continua a dar exemplo de esforço e dedicação.
Perante um comportamento tão profissional quanto este, Paulo Bento não só reitera uma vez mais a confiança em Moutinho, como afirma que manterá a sua posição de capitão de equipa.
As declarações foram apenas um momento menos feliz, a que todos temos direito.
E apesar das suas declarações, continua a treinar-se em grande e a cumprir no mesmo jogo várias posições no campo, aquela que mais gosta e aquelas que menos gosta, sempre com grande profissionalismo e brio.
Vukcevic – No aquecimento para entrar em jogo na Final da Taça, manifesta o seu desagrado por ter sido suplente, efectuando o aquecimento de forma displicente e desinteressada, num claro comportamento de pouco profissionalismo. Paulo Bento desiste da substituição.
Não há consequências seguintes, porque a época acaba.
No regresso, declara que se é para não jogar, se calhar o melhor é pensar noutro clube.
Joga a efectivo contra o Blackburn Rovers.
Faz vários jogos de preparação, alternando a titularidade com a condição de suplente.
No primeiro jogo da época é suplente e declara que não quer ser suplente e que merece ser titular.
Má aplicação nos treinos resulta em afastamento da equipa.
Na selecção de Montenegro queixa-se a Filipovic que está a ser injustiçado por Paulo Bento.
Filipovic depois de falar com Paulo Bento, aconselha Vukcevic a treinar-se mais e melhor e a acatar os seus conselhos.
Na semana que antecede o jogo com o Real Madrid faz todos os treinos integrado na equipa principal. No último treino faz um treino miserável, é chamado à atenção para a pouca aplicação, respondendo mais ou menos isto: isto é só um treino, não me quero magoar.
Paulo Bento leva à letra o receio de Vukcevic e nem sequer o escolhe para o banco da equipa nesse jogo.
Vai à selecção e lesiona-se no mesmo ombro que lesionara no jogo com o Basileia, da época passada.
Acaba por jogar pela selecção, mas quando chega a Lisboa diz que está lesionado.
Entretanto já declarara que vai sair em Dezembro, despedindo-se dos adeptos leoninos.
Continua a treinar-se pouco e mal.
Deixa de fazer parte das escolhas de Paulo Bento, que para acabar com as mentiras dos jornaleiros do costume, esclarece qual a razão porque Vukcevic não joga, como se fosse algo que não se soubesse já.
Uma vez mais, os adeptos leoninos acreditam-se mais nos jornaleiros que nos próprios elementos do clube.
Claro! Estes adeptos não são facciosos, são mesmo é pouco inteligentes.
Miguel Veloso – Paulo Bento coloca-o a defesa-esquerdo no jogo na Ucrânia, e o jogador manifesta desagrado, bem ao tipo de menino mimado. Os treinos subsequentes mostram um Veloso pouco aplicado, e é afastado da convocatória de Paços.
Yannick Djaló – Paulo Bento coloca-o como avançado recuado no jogo com o Porto, e Djaló falha, manifestando mesmo alguma falta de aplicação. Curiosamente, essa posição não lhe era estranha, pois por diversas vezes substituíra colegas para jogar naquela posição, com bons resultados e aplicação, coisa que foi ignorada pelos jornaleiros do costume.
Aplica-se menos bem nos treinos e é afastado da convocatória para Paços.
CONCLUSÃO:
Mourinho afasta Adriano e Júlio Cruz da equipa do Inter, e é aplaudido.
Rainieri puxa as orelhas aos jogadores da Juventus, e é aplaudido.
Jesualdo Ferreira envia Helton para a bancada e está tudo calado.
E o Paulo Bento é que é teimoso e birrento?
Porque são uns bons e outros são birrentos e teimosos?
Onde está o bom senso e a clarividência dos adeptos leoninos?
Qual foi o jogador que foi afastado por fazer declarações aos jornais?
Se não foi nenhum (e acima já vimos que não foi), porque querem comparar o caso João Moutinho como Vukcevic?
E porque razões os adeptos leoninos vão atrás dos vendilhões do templo, mais conhecidos como jornaleiros, ampliando o burburinho e criando crises onde elas não existem?
Acaso querem apoiar os jogadores que não respeitam a profissão e o clube, em vez de apoiar o treinador que luta contra esta turma de meninos mimados?
Quem responde?
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